Por que trocamos anéis de casamento? De onde vem o costume? Boa pergunta, você conhece a resposta? Hoje em dia existe toda uma indústria montada em torno dos anéis de casamento ou alianças, mas na realidade é um costume muito, muito antigo, um desses costumes que sobrevivem à passagem do tempo e por uma boa razão.

O anel de casamento, a aliança e devemos dizer que esta palavra agrada muito mais, é um símbolo de amor eterno, de um amor que começa em um e termina no outro. É o amor de casal, de companheiros, de amantes. É a representação de um amor sem fim.

Para a astrologia o anel é também um símbolo do sol e da lua. Astrologicamente falando ambos representam as energias masculinas e femininas, respectivamente. Pensando a partir desse ponto de vista, e seguindo ao pé da letra o simbolismo astrológico, o membro do casal que recebe o anel de ouro reflete o sol e o que recebe o anel de prata a lua. Mas esta não é a única história sobre as alianças ou anéis de casamento.

Durante séculos as pessoas têm ligado o uso de anéis com a proteção, a segurança ou a proteção mágica. Um anel abençoado, um anel entregue por um mago, feiticeiro ou xamã. É um costume que se vê em muitas religiões e hoje em dia mesmo o padre abençoa nossas alianças para proteger o vínculo que se estabelece entre o casal.

Os antigos celtas também utilizavam as alianças com um design muito característico, por isso hoje em dia, ainda é possível conseguir os anéis celtas. Pareciam como nós mágicos, símbolos da primavera, reflexões da fertilidade e o renascimento da vida. Finalmente, por que usamos o anel de casamento no dedo anelar? Diz-se que os romanos pensavam que por ele passava uma veia que ia direto para o coração, pela qual o anel protegia o órgão e o fortalecia. Que bela história!

De qualquer forma, o anel de ouro no dedo anelar ainda continua sendo um símbolo desse profundo compromisso que nos une com o nosso parceiro. Difamado por vezes, susceptível de quebrar como tantos outros, eterno em muitos casos.